16 de dez de 2008

Empresário cria árvore de natal diferenciada

Anualmente, sempre motivado pelo espírito natalino, o empresário Ibraim Antônio Aboujoka, 54 anos, monta uma árvore de natal na região central do bairro de Alphaville, no município de Barueri (SP). Esse ano, ele resolveu fazer uma árvore diferente. Com 7 metros de altura e base com 2,5cm de diâmetro a árvore criada por Aboujoka, com estrutura de metal, foi decorada com 17 cadeiras de rodas.

A árvore de natal inusitada foi inaugurada no dia 17 de novembro e está instalada no estacionamento da padaria La Ville, em Alphaville.
"Há muito tempo eu vinha pensando nesse projeto", conta Aboujoka que é deficiente físico por seqüela de poliomielite. A inauguração da árvore antecede a doação de 300 cadeiras de rodas que Ibraim e outros amigos e empresários farão, no dia 10 de dezembro, às prefeituras dos municípios de Barueri, Carapicuíba e Santana de Parnaíba. Cada município receberá a doação de 100 cadeiras.

A árvore faz parte das iniciativas que antecedem o Dia do Bem, criado pelo governo municipal de Barueri, na Grande São Paulo, que acontece em 10 de dezembro. O evento arrecadará donativos e produtos para o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer -GRAACC.

9 de dez de 2008

Deficientes visuais aprendem a fotografar em curso realizado pelo Senac, em São Paulo

Além de ensinar a arte de fotografar para deficientes visuais, um curso oferecido pelo Centro Universitário SENAC, em São Paulo, chama a atenção para a necessidade de espaços acessíveis. Durante o curso realizado gratuitamente, os alunos cegos, orientados por estudantes do curso do Bacharelado em Fotografia, produziram imagens feitas em visitas ao Mercado Municipal, Bienal de São Paulo e também de passagens cotidianas.

"Foi uma experiência incrível. Antes de fazer o curso, pensava que era impossível o cego tirar fotos", conta o aluno João Batista Maia da Silva, 34 anos, que tem deficiência visual desde os 28. "Passamos a conhecer a máquina fotográfica, a escolher e identificar o objeto a ser fotografado. Hoje, eu posso sair à rua e fotografar com segurança um objeto ou uma paisagem. A técnica eu já sei. Basta uma descrição do que pretendo fotografar para deixar a imaginação trabalhar."

O projeto pioneiro da instituição transformou os alunos do Bacharelado em Fotografia em educadores e possibilitou que no futuro eles possam multiplicar os ensinamentos em outras causas sociais.

Durante o curso acontece uma troca de experiências. "O educador, aluno do bacharelado, aprende a utilizar outros sentidos na captura das imagens e o deficiente visual transfere sua percepção de mundo para o papel", explica Kulcsár. "Os educadores visitaram o Museu dos Sentidos e o projeto para deficientes visuais da Pinacoteca e puderam sentir a diferença de não ter a visão, o que facilitou a comunicação com os alunos."

http://www.sp.senac.br/

8 de dez de 2008

Maurício de Sousa - Criador da Turma da Mônica

Em dezembro de 2004, Mauricio de Sousa lançou oficialmente o personagem cadeirante Luca, que a Turma da Mônica apelidou carinhosamente de Paralaminha, pelo fato do garoto ser fã incondicional de Herbert Viana, vocalista da banda Paralamas do Sucesso.

Em novembro do mesmo ano, o desenhista apresentou Dorinha, uma criança com deficiência visual. Nas histórias, a menina é totalmente fashion, tem corte de cabelo moderno, óculos escuros, bengala e um cachorro Labrador, chamado Radar.

Em 2006 Maurício criou outra peronagem, desta vez com Síndrome da Down. Enquanto desenvolvia, o desenhista declaro: “Trabalhar na personagem com Síndrome de Down está levando mais tempo do que esses meus dois personagens especiais. Tenho que tratar tudo com muito cuidado, porque qualquer detalhe pode ser tachado como preconceituoso. Estou estudando muito sobre o assunto e conversando com crianças que tem Síndrome de Down”.

A Síndrome de Down é um arranjo cromossômico que ocorre naturalmente e que sempre fez parte da condição humana, sua ocorrência é universal entre todas as raças e gêneros e ocorre, aproximadamente, em 1 a cada 800 nascimentos. É causada pela ocorrência de três (trissomia) cromossomos 21, na sua totalidade, ou de uma porção fundamental dele.

Mauricio de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo chamada Santa Isabel, em outubro de 1935. Para ajudar no orçamento doméstico, desenhava cartazes e pôsteres. Mas seu sonho era se dedicar ao desenho profissionalmente. Em 1970, lançou o gibi da Turma da Mônica com tiragem de 200 mil exemplares.


4 de dez de 2008

Mara Gabrilli promoveu festa para celebrar a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasi

O evento que aconteceu no dia 03 de julho, na Casa Cor São Paulo, reuniu pesquisadores, personalidades, autoridades e todas as pessoas que torceram para que as pesquisas fossem liberadas. Em maio deste ano, o STF julgou improcedente a ADIN que apontava a inconstitucionalidade no artigo 5º da Lei de Biossegurança. Estiveram presentes à comemoração, o presidente da Casa Cor, João Dória Jr., o Prefeito de SP, Gilberto Kassab, o presidente do Partido Verde, Penna, os Secretários Andrea Matarazzo (Subprefeituras) e Renato Baena (Pessoa com Deficiência), a pesquisadora da USP Dra. Lygia da Veiga Pereira, o presidente do ShopTour, Luiz Galebe, as atrizes Jaqueline Dalabona e Laura Wie, o empresário André Almada. Também prestigiaram Alexandra Szafir e Alda Marco Antonio. Mara Gabrilli aproveitou a ocasião para celebrar outra conquista: a ratificação pelo Congresso Nacional da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

"Queremos que se continue pesquisando as células-tronco adultas (extraídas da medula óssea, do cordão umbilical, da polpa do dente, entre outros) e somar os resultados com as descobertas que as células-tronco embrionárias trarão, para poder tornar realidade tantas esperanças de cura”, disse Mara.

"Aproveito esta ocasião para celebrar também outra grande conquista: ontem o Senado ratificou com quórum qualificado a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, assim como o fez a Câmara dos Deputados. Isso significa que o primeiro documento de direitos humanos do século 21, que ratifica os direitos de 650 milhões de pessoas com deficiência em todo o mundo e proíbe a discriminação em todos os aspectos da vida, terá força de norma constitucional em nosso País”, concluiu a vereadora.

30 de nov de 2008

Projetos e investimentos em Socorro

Confirmando sua posição no setor, o município receberá até o final de 2008 mais de R$ 1 milhão do Ministério do Turismo para investimento em projetos como o Socorro Acessível, o programa Aventura Segura e as obras de adaptação em passeios e edifícios públicos.

O projeto Aventureiros Especiais foi adotado numa parceria entre a Organização Não-Governamental (ONG) Aventura Especial e o Ministério do Turismo, com três parques da cidade: Parque dos Sonhos, Campo dos Sonhos e o Parque Ecológico Cachoeira do Monjolinho.

Foram identificadas as adaptações necessárias para tornar possível o turismo de natureza para pessoas com qualquer tipo de deficiência, seja física, mental, sensorial ou múltipla.

Estudos indicaram que mudanças em alguns equipamentos, como a adaptação de uma cadeirinha no bote para o rafting, o desenvolvimento de uma cadeira de uma única roda para passear por trilhas e cadeirinhas em outro formato a serem usadas no rapel e na tirolesa, auxiliariam os deficientes para a prática de esportes radicais.

A cidade também desenvolveu o Projeto Socorro Acessível, por meio de um convênio entre a Associação para a Valorização e Promoção de Excepcionais (Avape), a Prefeitura Municipal e o Ministério do Turismo. Entre as ações, foram instalados sinais sonoros nos semáforos, e adaptadas rampas de acesso em locais públicos.

25 de nov de 2008

Instituto Pró-Cidadania de Desenvolvimento e Capacitação para Pessoas Especiais - IPC

O Instituto Pró-Cidadania de Desenvolvimento e Capacitação para Pessoas Especiais – IPC – é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos. Seu objetivo maior é qualificar pessoas portadoras de deficiência (seja essa deficiência física, visual, auditiva, mental ou múltipla) e promover sua integração ao mercado de trabalho.

Seguindo o princípio da igualdade entre seres, o IPC trabalha para orientar e auxiliar os portadores de deficiência em sua inclusão profissional, lutando para reduzir preconceitos e disseminar a idéia de que a limitação humana é algo normal e comum a todas as pessoas, mesmo as que não apresentem deficiências aparentes.

O IPC conta com uma equipe de profissionais conceituados, que avaliam, orientam e encaminham os inscritos em seus programas, buscando o melhor aproveitamento de suas capacidades, visando torná-los mais competitivos no mercado de trabalho.

Para realizar sua obra, o IPC conta com recursos da iniciativa privada, provenientes de seus Associados, Parceiros e Apoiadores.

Trabalhamos para despertar nas empresas e instituições um comportamento ético e socialmente responsável, ajudando a tornar a participação social cada vez mais um fator de sucesso empresarial, possibilitando a construção de um mundo próspero e mais justo.

24 de nov de 2008

A falta de acessibilidade nas favelas

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A questão da acessibilidade deve ser levada em consideração na cidade como um todo. Ninguém pára pra pensar que nas favelas também existem pessoas com deficiência física e que estas merecem o total respeito e consideração. O vídeo mostra apenas uma parte da gravidade deste fato.

Que sirva de alerta pra todos!

13 de nov de 2008

Dica de outro Blog de acessibilidade

Onde os cadeirantes e andantes se encontram.
Acessibilidade, crônicas, dicas e idéias tratadas de forma leve e bem humorada.
Vale a pena ver!!

http://oglobo.globo.com/blogs/maonaroda/

2 de nov de 2008

Paraolimpíadas - Melhor classificação da história!!

O Brasil já havia batido o recorde em número de medalhas e ouros em uma única edição dos Jogos Paraolímpicos. Porém, o bicampeonato conquistado pela equipe do futebol de 5 na final contra a China por 2 a 1 fez com que o país ultrapassasse a Espanha no quadro geral e terminasse a competição em Pequim na nona colocação.



Na China, a natação e o atletismo foram os carros-chefes da delegação verde-amarela, com 19 e 15 medalhas conquistadas, respectivamente. Nas piscinas, Daniel Dias levou sete individuais e mais duas com o revezamento, sendo o atleta que mais angariou medalhas nos Jogos de Pequim. André Brasil faturou cinco, quatro delas, de ouro. O esporte ainda viveu o drama de Clodoaldo Silva, que às vésperas da estréia, foi obrigado a realizar uma reclassificação funcional, e mudou de classe, da S4 para a S5.

Já o atletismo terminou com uma medalha a menos do que na competição ocorrida na capital grega, 15 contra 16. A prata ganha por Tito Sena ainda na noite desta terça-feira (horário brasileiro) na maratona classe T46 - para atletas amputados ou les autres (com má formação congênita), fez com que o país se aproximasse ainda mais do número de conquistas de Atenas-2004. Em Pequim, o grande nome foi Lucas Prado, que subiu ao lugar mais alto do pódio no Ninho de Pássaro nada mais do que três vezes, acabando com 100% de aproveitamento nas provas individuais.

O Brasil superou potências paraolímpicas como Espanha, Alemanha, França e Japão, deixando para trás os países que haviam ficado à sua frente em Atenas.

16 de out de 2008

Acessibilidade » Desenho universal


Acessibilidade » Desenho universal
Na década de 60, em Washington – EUA foi criada uma comissão para a construção do conceito “Desenho Livre de Barreiras”, se construindo uma concepção ideológica para o desenho de equipamentos, edifícios e áreas urbanas, com foco na qualidade de vida e conforto dos usuários.
O conceito de desenho livre de barreiras acabou evoluindo para o “Desenho Universal”, pois é destinado a atender qualquer pessoa, inclusive as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Pode-se entender como uso igualitário e democrático dos espaços urbanos, pois visa evitar que barreiras físicas venham a existir, impedindo a segregação social. De acordo com as definições de Ron Mace (1991), “Pensar no Desenho Universal é criar de ambientes e produtos que podem ser usados por todas as pessoas na sua máxima extensão possível”.
Segundo a ABNT Associação Brasileira de Normas e Técnicas (NBR-9050:2004) Desenho Universal é “Aquele que visa a atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população”.
Portanto, o Conceito de Desenho Universal está baseado nos seguintes princípios:
Uso Eqüitativo:
Flexibilidade de Uso:
Uso simples e intuitivo:
Informação perceptível:
Tolerância ao erro:
Baixo esforço físico:
Tamanho e espaço para aproximação e uso:

Bancos terão novas regras para acessibilidade de pessoas com deficiência

Os bancos terão de oferecer condições de acessibilidade e de atendimento prioritário às pessoas com deficiência física, visual, auditiva e mental. É o que prevê Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que será assinado nesta quinta-feira (16/10), em Brasília, entre o Ministério Público Federal, Ministério Público de São Paulo, Ministério Público de Minas Gerais, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde). Com a medida, os bancos terão que oferecer, entre outros, rampas de acesso ou equipamentos eletromecânicos de deslocamento vertical, adaptação do mobiliário, instalação de assentos de uso preferencial, destinação e sinalização de vagas reservadas nos estacionamentos, instalação de sanitários adaptados para usuário de cadeira de rodas e adaptação de caixas eletrônicos. O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Gilda Pereira, e a procuradora da República em São Paulo Adriana da Silva vão assinar o termo pelo MPF, em cerimônia marcada para as 11h. Após a assinatura do TAC, será concedida entrevista coletiva.

15 de out de 2008

Automóvel Adaptado

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Video de Thais Coelho

Pinacoteca - Programa Educativo para Públicos Especiais - PEPE


Este programa visa garantir a possibilidade de fruição da arte para pessoas com deficiências - sensoriais, físicas ou mentais - por meio de estímulos multissensoriais e lúdicos.
É fundamental compreender que a Pinacoteca, como museu dedicado às artes visuais, pode e deve ter obras de seu acervo acessíveis a outros sentidos, tanto pela elaboração de percursos sensoriais que permitam o contato direto com as obras originais, como pela produção de recursos de apoio multissensoriais baseados nas obras de arte originais.

São realizadas visitas acompanhadas por educadores especializados com base na seleção de obras do acervo, incluindo esculturas, objetos e pinturas, acessíveis por meio de toque orientado ou recursos multissensoriais e lúdicos, estabelecendo-se percursos diferenciados para cada grupo.

Recursos de apoio como maquetes visuais e táteis do edifício da Pinacoteca e seus arredores, reproduções de obras bidimensionais e tridimensionais, feitas em resina acrílica e borracha texturizada, extratos sonoros relativos às obras, além de objetos e jogos tridimensionais baseados nas obras originais selecionadas, são utilizados nas ações inclusivas do PEPE.

13 de out de 2008

"Podem me tirar a felicidade de ver um arco-íris
Podem diminuir minha agilidade no correr de encontro ao mar
Podem me privar da emoção de ouvir uma melodia
Podem me impedir de gritar no auge da adrenalina
Mas nunca vão me tirar o prazer de sentir o mais puro sentimento
Nem a alegria de viver a cada dia a conquista da superação"
Thais Coelho

8 de out de 2008

Siga esta idéia!

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O que é Diálogo no Escuro?
Grupos de oito pessoas entram juntas na mostra. Em um ambiente de penumbra, cada qual recebe de um recepcionista com baixa-visão, uma bengala-guia e instruções sobre como comportar-se e o que esperar da exposição.
Entra-se na escuridão. Um deficiente visual é o guia, a pessoa chave para a sua orientação e mobilidade no escuro.
Ocorre uma inversão de papéis: os deficientes visuais, acostumadas a orientar-se e a mover-se sem a visão, não são deficientes em um local sem luz. Neste ambiente, convertem-se em líderes, que garantem orientação e mobilidade e nos conduzem com destreza por um mundo invisível.
Através de odores, temperaturas, sons e texturas, criam-se cenários que podem ser um parque, um passeio de barco, um mercado, uma cidade, uma sala de sons ou um bar. O público se defronta com situações cotidianas, mas, por estar momentaneamente privados da visão, esta vivência se transforma em uma experiência significativa e inesquecível. Completa-se assim, uma mudança de perspectiva, que permite a integração plena de elementos não visuais na construção do mundo. O escuro é metáfora para tudo aquilo que tememos e não conhecemos.
No Diálogo no Escuro, o visitante é encorajado a não encarar o desconhecido como ameaçador. A exposição é um lugar de aprendizagem social, no qual se dá, de maneira natural, um fortalecimento da capacidade de entendimento e do diálogo com o outro. A exposição desperta em cada um o respeito e a valorização pela pessoa com deficiência, ajudando a eliminar preconceitos e barreiras de comunicação e convivência.
http://www.museudodialogo.com.br/

Deficiente segundo Mario Quintana

"Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida,
aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
“Louco” é quem não procura ser
feliz com o que possui.
“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de
frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas
dores.
“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo,
ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.
“Mudo” é aquele que não consegue falar
o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
“Paralítico” é
quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
“Diabético” é quem não consegue ser doce.
“Anão” é quem não sabe deixar
o amor crescer.. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
“Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.
“A amizade é um
amor que nunca morre.”

Mario Quintana
(escritor gaúcho 30/07/1906 - 05/05/1994)