22 de set de 2009

Programação especial comemora o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência

Para comemorar o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, a Prefeitura de São Paulo promove uma semana com várias atividades voltadas a essa parcela da população, que já soma 1,5 milhão de pessoas na Capital.

De 22 a 26 de setembro, o Centro Cultural São Paulo apresenta a Semana da Acessibilidade, com uma ampla programação: contação de histórias e teatro infanto-juvenil com tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras), exibição do filme O ano em que meus pais saíram de férias com audiodescrição, o Grande Baile Acessível (aula aberta de dança de salão), além de visitas guiadas para explorar o espaço do Centro Cultural usando sentidos além da visão, por meio de experiências sensoriais e jogos táteis.

O evento comemora também os 200 anos do nascimento de Louis Braille, o criador da escrita para cegos.

No dia 22 de setembro, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) debate em seminário a qualidade e as formas de ocupação dos passeios públicos da Capital, considerados um espaço fundamental para garantir a acessibilidade nas ruas e, conseqüentemente, a inclusão social dessa parcela da população. O encontro, intitulado Passeios Públicos e Mobiliário Urbano na Cidade de São Paulo, tem o apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da Secretaria Municipal de Infra-Estrutura e Obras. Será realizado das 13h30 às 18h30, no auditório do Sinduscon-SP, na rua Dona Veridiana, 55, Santa Cecília.

O seminário reunirá arquitetos, engenheiros, produtores de cimento e asfalto, representantes de diferentes setores do Poder Executivo, empresas concessionárias de serviços públicos e demais interessados no tema. Um dos objetivos do encontro é colher subsídios para que seja elaborado um Plano de Ação sobre Acessibilidade e Mobilidade Urbana nos Percursos a Pé para todas as pessoas, indistintamente, incluídas as com deficiência e mobilidade reduzida. Os exemplos dos problemas enfrentados diariamente por quem tenta circular pelas calçadas paulistanas a bordo de uma cadeira de rodas ou usando uma bengala são muitos: pisos irregulares e desgastados, degraus no meio do caminho, inclinações acima do razoável, ausência de sinalização sonora em cruzamentos, de piso tátil e de áreas verdes para escoamento das águas de chuva e faixas de circulação estreitas.

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