26 de mai de 2009

Comunicação móvel ajuda resolver problemas de acessibilidade

O Festival Mobilefest trouxe pela primeira vez ao Brasil o projeto Canal Acessível dos artistas Antoni Abade e Eugênio Tisseli que foi realizado por um grupo de voluntários com mobilidade reduzida que desenharam o plano de acessibilidade da cidade de Barcelona, a partir de transmissões realizadas por celulares com câmara e GPS integrados. "O Festival Mobilefest irá lançar o Canal Acessível São Paulo em setembro, durante a IV edição do evento, e está em contato com empresas e instituições interessadas em apoiar o projeto em São Paulo.

O jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva é um dos apoiadores do projeto", afirma Marcelo. O objetivo principal do projeto é conseguir através da participação ativa do coletivo realizar um mapa na internet com o reflexo da problemática de acessibilidade. Utilizando a rede 3G de transmissão celular de dados, cada um dos participantes publicou no site (http://www.megafone.net/BARCELONA) do projeto as imagens localizadas das barreiras arquitetônicas com que se depararam, assim como os exemplos de boa adaptação.

O projeto Canal Acessível além de Barcelona também foi realizado também em Genebra . O resultado foi um grande mapa da acessibilidade das cidades com a precisão do GPS e enriquecidos por fotos tiradas pelos próprios cadeirantes, que permitiram uma mudança e adaptação dos locais onde foram encontrados problemas. "Hoje utilizamos redes de última geração, aparelhos celulares com câmeras de foto e vídeo e GPS ligados à Internet sem fio, viral e instantânea, que nos desafia a encontrar novas soluções tecnológicas e ações coletivas a favor do bem comum", diz Paulo Hartmann, também organizador do Mobilefest.

O Mobilefest é um festival composto de diversas atividades, como o evento anual que contempla seminário e mostra internacionais e o Prêmio Mobilefest . O objetivo é promover ampla reflexão sobre o impacto promovido pelas tecnologias móveis e sem fio em diversas esferas sociais, como cultura, educação, arte, saúde e meio ambiente. Desde 2008, o Mobilefest tem desenvolvido projetos multinacionais de cultura e mobilidade com países como Canadá, Holanda, Espanha e Inglaterra.

25 de mai de 2009

Prédio da RGE em Caxias do Sul recebe certificação de acessibilidade

O prédio que abriga a sede da Rio Grande Energia (RGE), em Caxias do Sul, é o primeiro da região Sul do Brasil a receber a certificação de acessibilidade para pessoas com deficiência. A NBR 9050 foi concedida à concessionária após auditoria realizada pela Fundação Vanzolini, no início de março.

No Brasil, apenas mais um prédio, localizado em São Paulo, possui esta certificação. Segundo o censo de 2000 do IBGE cerca de 25 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, nove milhões deles em idade produtiva. Na sede da RGE, a circulação de visitantes e colaboradores com deficiência é facilitada através de um layout planejado, da existência de rampas, plataformas, mobiliário com altura adequada e sinalização tátil de alerta em todos os acessos.Segundo a empresa, o programa de acessibilidade na sede da RGE é resultado de uma pesquisa elaborada pelo Departamento de Infraestrutura e Logística, que visitou empresas com experiência na área, buscou soluções junto a fornecedores e conscientizou os colaboradores sobre a importância do tema.

Atualmente, a concessionária de energia conta com 64 colaboradores com deficiência. As adequações também beneficiam clientes e visitantes, que circulam pelo prédio.
Texto de Martha Caus

22 de mai de 2009

Crer vai lançar Feira Nacional de Reabilitação

O Crer vai lançar na próxima segunda-feira, dia 25, às 9 horas, a Feira Nacional de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, no auditório da entidade.

O evento será realizado pela primeira vez em Goiânia, no período de 20 a 22 de novembro, no Centro de Convenções de Goiânia.

20 de mai de 2009

Palio Dualogic com motor 1,8 litro deve ganhar as ruas em 2009

Modelos foram apresentados conceitualmente na Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade.

Durante a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, a Reatech, a Fiat apresentou duas novidades conceituais que deverão sair logo das pranchetas. Trata-se do compacto Palio e do sedã Siena equipados com o câmbio robotizado Dualogic.

O WebMotors procurou a Fiat para perguntar sobre a chegada dos modelos. Segundo a empresa italiana, os carros apresentados já estão em fase finais de testes e devem chegar ao mercado nacional antes do final do ano. Apesar de não precisar a data, a Fiat adiantou que o câmbio robotizado não estará disponível nos modelos de entrada. O motor 1,4-litro está fora dos planos, uma vez que a transferência da tecnologia para os motores 1,9-litro e 1,8-litro é mais viável, pelo fato de já estarem presentes no Stilo e no Linea.

Além dos dois modelos, devem ganhar o câmbio Dualogic os modelos Palio Weekend e o Fiat Idea. Porém, tudo indica que ambos receberão a tecnologia a partir do próximo ano. Já o Punto com a transmissão robotizada deverá chegar só na estreia do motor de 1,9 litro, atualmente usado pelo sedã Linea.
Texto de Rodrigo Samy

18 de mai de 2009

Dança ensina pessoas a lidar com as diferenças

Realizou-se no dia 13 de Maio, no centro comercial Dolce Vita Douro, o workshop “Dançar com as diferenças”, organizado pelo Núcleo de Alunos de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade Humanas (NAERA), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

Esta ação pretendeu levar a cabo uma atividade de lazer e de sensibilização. A dança funcionou como uma forma de expressão artística coordenada, onde se pretendeu demonstrar à sociedade que um tetraplégico, um cego, ou um surdo alcançam de igual modo pequenas limitações impostas pela sociedade e também pela deficiência em si.

A iniciativa “Dançar com as diferenças”, que contou com o apoio do Centro Tradutor e Interpretes de Linguagem Gestual (CETILG), consistiu num conjunto de quatro workshops de danças tradicionais “adaptados às pessoas surdas, cegas, pessoas em cadeiras de rodas e, no final da tarde, ao público em geral, não exigindo uma inscrição prévia”, explicou Abel Trigo, vice-presidente do NAERA.

A importância deste tipo de iniciativas foi realçada por Cátia Varela, professora na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Sabrosa, que salientou que “é muito importante este tipo de iniciativas” e que “é bom que toda a gente saiba que existem diferenças e saibam lidar com elas”.

Realizaram-se as danças tradicionais adaptadas à pessoa surda, que contou com a presença de um tradutor de língua gestual para traduzir toda a aula, danças tradicionais adaptadas à pessoa cega, onde foram distribuídas vendas a todos os que quiseram participar no workshop de olhos vendados, danças tradicionais adaptadas às pessoas em cadeira de rodas e danças tradicionais para todas as pessoas com ou sem deficiência.

Paulo Florindo, que possui deficiência mental, afirmou que “é preciso mais iniciativas deste género”. Um dos motivos que levou uma parte do público a assistir foi “a publicidade e a curiosidade”, referiu Telma Coutinho. A iniciativa que pretendeu “promover mais a acessibilidade em Vila Real e diminuir as diferenças que existem” teve “bastante adesão por parte do público”, sublinhou Sandrina Ferreira, estudante de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade Humanas.

Texto de Andreia Mota

14 de mai de 2009

Goalball

Goalball é uma modalidade criada exclusivamente para atletas cegos e com visão subnormal.

O Goalball é um esporte de equipe (veja figura), do qual participam dois times de três jogadores, com, no máximo, três atletas reservas. Podem competir na mesma equipe atletas das classes B1(cego), B2 e B3 (atletas com visão subnormal), segundo as normas de classificação da Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA). O goalball é disputado nas categorias masculina e feminina.

O esporte é disputado num espaço com as mesmas dimensões da quadra de vôlei. Os gols se estendem por todo o comprimento da quadra (9 metros) e estão situadas atrás da linha de fundo. Os três atletas de cada equipe ficam restritos a uma área de 3 metros à frente da baliza que defendem, de modo que não há qualquer contato entre os oponentes.

O objetivo do jogo é fazer com que a bola ultrapasse o fundo da quadra adversária, entrando assim nas balizas. Em sua trajetória, a bola necessita obrigatoriamente tocar linhas predeterminadas, de modo que ela chegue ao gol adversário junto ao chão. Os arremessos mais fortes podem atravessar a quadra em menos de meio segundo.

A bola de goalball é especialmente desenvolvida para esse esporte. Pesando 1 quilo e 250 gramas, ela possui em seu interior um guizo que balança em seu deslocamento, permitindo que os atletas a possam localizar. O desenvolvimento do jogo é baseado no uso da percepção auditiva para a detecção da trajetória da bola e requer uma boa capacidade de orientação espacial do atleta. Todo jogador deve estar devidamente vendado, de modo que aquele que possui visão residual não possa obter vantagem sobre um companheiro seu, totalmente cego.

O Goalball teve início na Alemanha, em 1946, como fator de ressocialização de ex-combatentes que haviam perdido a visão, ou parte dela, durante a II Guerra Mundial. O esporte foi idealizado pelos professores Hanz Lorenzen e Sepp Reindle, sendo a única modalidade esportiva criada exclusivamente para a prática de atletas cegos e com visão subnormal.

Em 1976, em Toronto, Canadá, o goalball teve sua primeira participação nos jogos Paraolímpicos. Atualmente, o esporte é praticado em mais de 120 países no mundo todo. Hoje, as competições do goalball estão crescendo cada vez mais, tanto em nível técnico, quanto em formação de novos times. No Brasil, o esporte tem ganhado um incentivo muito grande nos últimos anos e já é um dos que mais tem adeptos entre os deficientes visuais. Contribuiu muito para o crescimento do esporte no Brasil a realização, em 2002, VII Campeonato mundial de Goalball, no Rio de Janeiro. Em 2003, a equipe feminina do Brasil conquistou a medalha de prata no mundial do Canadá. Com este resultado, elas asseguraram uma vaga nos Jogos Paraolímpicos de Atenas. Foi a primeira vez que o Brasil foi representado nesta modalidade nas Paraolimpíadas.

8 de mai de 2009

Lançamento do Software Musibraille

Será lançado no mês de julho, em Brasília, o Software Musibraille. O programa, criado pela coordenadora do Curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília, Dolores Tomé e pelo professor Antônio Borges do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem o objetivo de melhorar a situação do estudante com possibilidade de transcrição automatizada de textos musicais a partir do papel. O compositor ou arranjador cego também será beneficiado na medida em que suas obras poderão ser geradas na forma bi-modal (em Braille e em tinta) sendo consumidas também por músicos que não dominam a técnica Braille. "O projeto MUSIBRAILLE destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal", explica Dolores.

Com o apoio do Governo Federal e dos governos estaduais será realizado gratuitamente um curso de capacitação para profissionais de educação musical que pretendem trabalhar com músicos e estudantes cegos e criar e manter biblioteca virtual de músicas em Braille. "O ineditismo do projeto já justifica a sua execução, cabendo destacar que será o primeiro software da língua portuguesa para a transcrição de partituras em Braille, podendo ser adotado por outros países lusofônicos", diz Dolores.

A intenção do projeto é melhorar e ampliar as possibilidades do músico cego no mercado de trabalho, incluída aí a atividade de ensino de música em suas múltiplas vertentes e permitir a troca de conhecimento e divulgação de obras por meio de biblioteca musical Braille instalada na página da internet onde o programa ficará disponível para cópia gratuita.

A inclusão social é uma das principais resultantes do projeto. A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille (Francês), que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.

O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal. Segundo Dolores, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade."O Software Musibraille será distribuído nas oficinas de capacitação que serão realizadas em uma Capital de cada uma das regiões geográficas do Brasil. Também será distribuído gratuitamente por meio de página na internet onde os beneficiados, professores, alunos cegos e o público em geral poderão baixar cópia do programa.

Além do Software Musibraille, serão distribuídos, no curso de capacitação, o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego, ou vice versa."Esperamos ter um grande número de pessoas interessadas no curso, tanto para professores de música, quanto para músicos cegos e arte educadores. Queremos com esse projeto darmos a oportunidade para pessoas cegas terem as mesmas ferramentas das pessoas com visão normal, lendo partituras, escrevendo e compondo e mais do que tudo, tendo o ingresso nas Universidades, Faculdades e Conservatórios de Música com igualdade de oportunidades profissionais."O curso de capacitação já está programado para ser realizado nas seguintes regiões:
Centro-Oeste - Brasília: de 7 à 10 de julho na Biblioteca Nacional de Brasília
Nordeste - Recife: 03 à 07 de agosto na Biblioteca Pública do Estado de Pernambucana da Secretaria de Educação do Estado.
Norte - Belém: de 01 à 05 de setembro na Universidade Federal do Pará.
Sudeste - Rio de Janeiro: 05 à 09 de outubro no Instituto Benjamim Constant - IBC.
Sul - Porto Alegre: de 09 à 13 de novembro (a definir).
Reportagem: Redação Sentidos

7 de mai de 2009

Lei exige facilidade de acesso em espaços de lazer - MG

Zoológico
Depois da fiscalização do Ministério Público Estadual (MPE), a Fundação Zoo-Botânica, na Região da Pampulha, passou por obras de acessibilidade, que estão em fase final. Os passeios foram rebaixados, foram construídas passarelas, mirantes, 16 banheiros adaptados, a lanchonete foi adequada, entre outras intervenções. “Estamos continuando a melhoria das calçadas, falta adequar cinco dos 14 quilômetros”, destaca Eriverto Antônio dos Reis, diretor do zoológico.

Todo adaptado para receber pessoas com deficiência, o local permite que pessoas em cadeira de rodas cheguem bem perto dos bichos. No caso dos deficientes visuais, um mapa em braile é oferecido aos visitantes. A equipe de educação ambiental também dá suporte especial a pessoas com deficiência. “Hoje, esses grupos conseguem participar de quase todas as atividades. Os cegos são os mais frequentes e damos condições a eles de tocar nos animais. Na zooboteca, trabalhamos a sensibilização, principalmente, com crianças especiais, a partir de materiais como sementes, peles e penas”, afirma a coordenadora de educação ambiental do zoológico, Gislaine Xavier Andrade.

Mineirão
O Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, também passou na prova de acessibilidade. Um dos programas preferidos da estudante Bruna Buzetto Borges, de 15, é torcer pelo Cruzeiro e, para isso, nem é preciso driblar as barreiras arquitetônicas. A menina usa cadeira de rodas, por conta de uma má-formação na medula, e conta com o apoio de rampas, elevador e corrimãos ao longo de todo o caminho até a arquibancada para pessoas com necessidades especiais. “Só fico chateada porque o espaço para cadeirantes permite apenas um acompanhante, que fica em um local separado. Sou muito animada e gosto de assistir aos jogos com todo mundo”, ressalta. Outro ponto contra é que, para ter acesso à área especial, o ingresso tem de ser para arquibancada.

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Idosos , fiscaliza espaços públicos e de uso coletivo, verificando se estão adequados às leis da acessibilidade. Além do Jardim Zoológico, já passaram pela varredura do órgão o Parque Ecológico da Pampulha, o Jardim Botânico e os principais cinemas, shoppings e teatros de Belo Horizonte. A adaptação de praças e parques faz parte de um inquérito civil em tramitação no MPE.
Texto: Flávia Ayer - Estado de Minas

5 de mai de 2009

Prédios públicos no Rio têm de se adequar

Os prédios públicos, da União, estado e município, no Rio de Janeiro, têm de se adequar para receber pessoas com deficiência. A decisão é da juíza da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, Regina Coeli Medeiros de Carvalho, em um processo de tutela antecipada. A juíza deu um prazo de um ano para que a decisão seja cumprida, caso contrário estarão sujeitos à multa de R$ 10 mil por dia para cada prédio público que dê acesso à população em geral e que não esteja adaptado.

Regina Coeli afirmou, em sua decisão, que entende a dificuldade de concretizar os direitos das pessoas que têm deficiência de ter acesso aos prédios públicos, devido às limitações dos orçamentos e à contratação de obras por meio de licitação. Mas considera razoável o prazo de um ano para que União, estado e município do Rio cumpra a decisão.

“Não há uma negativa ou resistência ao direito dos portadores de deficiência de acesso aos prédios públicos federais, estaduais ou municipais”, disse, referindo-se às manifestações da União, estado e prefeitura do Rio.

O Ministério Público Federal e o Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD) entraram com Ação Civil Pública, pedindo o cumprimento do Decreto Federal 5.296/04. De acordo com o artigo 19, do decreto, “a construção, ampliação ou reforma de edificações de uso público deve garantir, pelo menos, um dos acessos ao seu interior, com comunicação com todas suas dependências e serviços, livre de barreiras e de obstáculos que impeçam ou dificultem a sua acessibilidade”. O decreto estabelece o prazo de 30 meses a partir da data de publicação.
Processo 2007.51.01.014.989-6