29 de jun de 2009

Superar é Acreditar que Limites não Existem, esse é o slogan do Instituto Superar que cada vez mais vem ajudando atletas paraolímpicos a ter mais visi

O Instituto Superar, entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo principal de fomentar o esporte paraolímpico em busca de performance técnica e resultados, tem cada vez mais ajudado atletas paraolímpicos a ter mais visibilidade. Há dois anos, desde que foi criado em 2007, tem sido o elo entre o mercado (empresas) e as propriedades de marketing do esporte paraolímpico (atletas, eventos, projetos, clubes, associações, entidades em geral).

Hoje, o Instituto já atingiu a marca de 53 atletas patrocinados em seu quadro. Além dos grandes nomes do esporte paraolímpico de alto rendimento, como Daniel Dias e Lucas Prado, agora fazem parte da "família" Superar jovens revelações como Gabriela Cantagallo e Ana Clara Cruz, da natação. No atletismo, Jonathan de Souza e o velocista paraense Alan Fonteles, medalha de prata no revezamento 4X100m, em Pequim, com apenas 16 anos. Completando as novidades do time, a recordista mundial Roseane dos Santos, a Rosinha, e Yohansson Ferreira, medalha de prata no revezamento 4X100m e bronze nos 100m da categoria T46 em Pequim, que também assinaram com o Superar. "Alguns atletas estão conosco desde o começo. Nós procuramos os atletas e damos todo o suporte que eles precisam. Criamos os projetos e depois de pronto saímos em busca do patrocínio. Quando as empresas nos procuram, buscamos em nossa agenda o atleta que se encaixa no perfil que uma determinada empresa está procurando", explica Júlia Censi, do Instituto Superar.

O Instituto Superar é parceiro do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), do Comitê Paraolímpico das Américas (APC) e do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) e organizador de eventos paraolímpicos sejam eles competições ou eventos comemorativos.
Fonte: www.sentidos.uol.com.br

26 de jun de 2009

Cartilha traz dicas para pessoas com deficiência

Ninguém melhor que a própria pessoa com deficiência para saber e dizer quais são as suas necessidades. O que ela precisa para viver bem e com qualidade de vida. Foi tomando como ponto de partida a sua experiência pessoal e a convivência com amigos e outras pessoas com algum tipo de limitação física que o administrador de empresas Lourivaldo Ribeiro, de 52 anos, e paraplégico há 29, devido a um tiro que levou em um assalto, escreveu a Cartilha de Orientação a Pessoas com Deficiência e seus Familiares.

A obra faz parte do trabalho realizado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM) - entidade sem fins lucrativos que realiza atividades de inclusão social desde 1991, em São Paulo. Ribeiro, que coordenada o programa Deficiente Saudável - um dos vários projetos que o CEJAM desenvolve - conta que no início o objetivo era escrever uma autobiografia, mas depois percebeu que poderia ajudar outras pessoas, que se encontram na mesma condição que a sua, oferecendo-lhes informações úteis para o seu dia-a-dia. "Cada assunto que eu desenvolvia no livro vinha a idéia de colocar algumas dicas para deficientes inexperientes. Então, relatei uma historia muito bonita de uma amiga amputada e acrescentei várias outras informações que achei interessante", diz ele. "O livro ficou com cara de cartilha de orientação."

A cartilha, dividida em capítulos, inclui esclarecimentos e dicas sobre higiene, vida sexual, preconceitos, esportes, convivência, facilidades, benefícios e uso de recursos assistenciais disponíveis. A obra também dá conselhos preciosos para as famílias das pessoas com deficiência. Diz, por exemplo, que "não precisa ter dó nem piedade". O que vale é saber que "a vida continua", procurando sempre a conversa positiva e a valorização da auto-estima. "Sei o quanto minha mãe sofreu por me ver nesta nova condição. Por isto tentei com esta cartilha amenizar o sofrimento de outras mães e famílias, levando de uma forma descontraída informações e dicas que lhe possam ser útil."

A distribuição da cartilha, que tem o patrocínio da Prefeitura de São Paulo pelo Contrato de Gestão com a Organização Social CEJAM, será feita por agentes comunitários de saúde a principio nas Unidades Básicas de Saúde da região do Jardim Ângela, e nos Centros de Reabilitação municipais da região.

O CEJAM realiza trabalhos de pesquisa, gestão e educação junto às Unidades de Saúde da Prefeitura para melhorar e ampliar o acesso à saúde da pessoa com deficiência. "Em uma cidade onde se estima haver 2,5 milhões de pessoas com deficiência, a convivência harmoniosa entre elas, a cidade e os demais habitantes precisa ser viabilizada", finaliza Ribeiro, que esteve presente durante o lançamento da cartilha, no dia 11 de setembro, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

A cartilha também está disponível na versão online através do link:
http://www.saudeprev.com.br/2008/imagens/pdf/Cartilha_familiares.pdf

Para visualização da Cartilha é necessário ter instalado no seu computador o programa Adobe Reader. Esse software pode ser baixado gratuitamente através do site: http://get.adobe.com/br/reader/
Fonte: Redação Sentidos

24 de jun de 2009

Ônibus devem fazer adaptações para deficientes até 2013

Os setores de transportes rodoviário e aquaviário tem até 2013 para adaptar seus veículos às pessoas com deficiência física, oferecendo mais conforto e segurança para elas. A nova regulamentação foi lançada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

A medida atende às medidas propostas no decreto que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Os ônibus urbanos fabricados a partir de 1996 devem estar adaptados até julho de 2009. Para os ônibus interestaduais o prazo para adequação vai até junho de 2010. As embarcações podem ser adaptadas até janeiro de 2013. Para os meios de transportes novos o tempo limite de adaptação é até 2011.

Criadas pelo Inmetro em conjunto com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), as normas foram lançadas durante o 1º Seminário de Acessibilidade nos Transportes Coletivos Rodoviários e Aquaviários, em Brasília.

A nova regulamentação obriga os veículos novos e usados a terem assentos preferenciais para pessoas com deficiência, idosos, obesos e pessoas de baixa estatura. Além disso, deve haver rampas e elevadores para pessoas em cadeira de rodas. Para aqueles com deficiência visual, os veículo deverão ter espaços liberados ao lado dos assentos para os cães-guia.

De acordo com o Censo de 2000 do IBGE, 24,5 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência, representando 14,5% da população brasileira. Para o diretor de Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, a criação da das novas normas é um avanço para o país. "O Brasil tem propiciado condições de mobilidade para um número enorme de cidadãos com dificuldades de mobilidade."

18 de jun de 2009

Pessoas com deficiência relatam experiência de prestar concurso público

Pessoas com deficiência têm direitos especiais garantidos por lei para a realização de provas de concursos públicos. Mas, mesmo com "privilégios" em relação aos demais candidatos, eles relatam dificuldades para realizar a prova e também para se preparar para a disputa.

Entre os diferenciais para pessoas com deficiência no dia da prova estão tempo adicional para realização dos exercícios, computador com software específico e "ledor" (pessoa que lê a prova) para deficiência visual, monitor com conhecimento em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para deficientes auditivos e até enfermeiro para quem necessite de maiores cuidados. É preciso, no entanto, pedir o direito dentro do prazo previsto no edital do concurso.

Kellerson Souto Viana tem deficiência visual e trabalha como assistente técnico da Fundação Hemominas, em Belo Horizonte (MG) desde 2002. No entanto, em 2007 prestou outro concurso público para tentar um cargo melhor na Assembleia Legislativa do estado e tentará de novo, em um mês, para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas. Segundo ele, uma das maiores dificuldades são os ledores, profissionais selecionados para ler as provas.

"Em 2007, tive problema sério e precisei pedir para que mudasse o meu ledor, porque ele lia muito mal. Isso é ruim, porque é a capacidade de compreensão que está em jogo. Se ele ler com entonação errada, não respeitar a pontuação, atrapalha no entendimento da questão."
Kellerson afirmou que essa é uma das principais reclamações das pessoas com deficiência visual. Para a prova que ele prestará no mês que vem, optou por pedir um computador adaptado. "Como adquiri a habilidade, prefiro a voz sintetizada do computador."

Alex Sandro Gonçalves da Fonseca, que fez prova para o Departamento de Trânsito (Detran) do Distrito Federal em março, tem 20% da visão e pediu prova ampliada e mais um ledor para auxiliá-lo. "Quando eu cansei de ler a prova ampliada, pedi ajuda do ledor. Me ajudou bastante, só acrescentou. E fiz a prova sozinho em uma sala e isso também foi bom. Em outro concurso, foi com todo mundo e achei um pouco constrangedor porque o fiscal disse a todos que tinha um deficiente visual na sala." Ele estuda há quatro anos para concurso público e atualmente está desempregado. Disse que já foi aprovado em dois concursos, um para o Supremo Tribunal Federal e outro para o Superior Tribunal de Justiça, mas ainda não foi chamado.

Para Alex Sandro, a maior dificuldade é estudar para a prova. "É mais difícil porque estudar é só ouvir, não tem a memória visual. Tem que repetir várias vezes e, em alguns casos, acaba se distraindo." Alex Sandro conta que "está se adaptando" a prestar concurso público. "A cada prova vou melhorando, antes era mais difícil."

De acordo com Izabel Maior, chefe da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde), ligada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, um levantamento mostrou que na administração pública direta, o percentual de pessoas com deficiência está abaixo dos 5% previstos em lei. "Exatamente por essa razão, vamos fazer uma proposta de que o decreto de recadastramento dos servidores da União traga item sobre se a pessoa tem ou não deficiência", explicou Izabel.

Izabel, que tem deficiência física, conta que ela mesma já passou em concurso público na década de 80, mas não prestou na condição de pessoa com deficiência. "Naquela época, nem havia lei de cotas e também a vaga era única e nesses casos, mesmo hoje, não tem como ter reserva. E a minha condição de pessoa com deficiência variou bastante. Tive aos 20 e poucos uma deficiência parcial, mas andava de bengala antes da cadeira de rodas." Para ela, ainda há carência de pessoas capacitadas para preencher a cota, mas "as coisas estão mudando". "As políticas estão evoluindo na base da educação, com mais instrumentos para as pessoas com deficiência e mais acessibilidade."
Fonte: www.globo.com

Imagem: Divulgação / Fundação Hemominas

16 de jun de 2009

Crea-MT promove curso de acessibilidade a edificações

Estão abertas as inscrições para o curso de "Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos", promovido pelo Grupo de Trabalho (GT) de Acessibilidade, em Cuiabá - MT. As inscrições são gratuitas e limitadas.

O curso é baseado nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e normas complementares - NBR 9050/2004. O público-alvo são arquitetos, engenheiros civis, técnicos em edificações, bem como profissionais correlatos das áreas de projetos, obras e equipamentos assistivos; profissionais das áreas de gestão, gerenciamento, comunicação, promotores e juízes.

De acordo com o organizador do evento, o Técnico em Edificações Givaldo Dias Campos, o curso contempla as necessidades de garantia dos direitos e do livre acesso a toda a população aos ambientes e espaços da cidade, especialmente aquelas com dificuldade de locomoção, como os idosos e as pessoas com deficiência. "Faz-se necessário o planejamento e a adequação de todas as edificações de uso público ou coletivo", lembrou Givaldo.
Fonte: www.odocumento.com.br

8 de jun de 2009

Desfile de cegos com o Coral de Cegos da ONG Visão do Bem

O Coral de Cegos composto por oito deficientes visuais da ONG Visão do Bem realizou o desfile Enxergando no Escuro, no dia 29 de maio, em frente ao Teatro Municipal de São Paulo. O objetivo do evento, que aconteceu das 15h00 às 7h00, foi mostrar para a sociedade que os cegos não vêem, mas sentem.

"A intenção foi mostrar que somos iguais, com capacidade de realizações", diz o presidente da Visão do Bem, Natanael Joaquim, que tem apenas 10% de visão e também é integrante do coral.

Natanael criou a ONG em fevereiro de 2009 com o objetivo de ajudar pessoas cegas a superar as barreiras impostas pela deficiência. A organização também oferece ajuda médica, psicológica, educacional, jurídica entre outras.

Durante o desfile, os cegos desceram as escadas do teatro e desfilaram na calçada, transformada em passarela, que foi coberta com o tapete vermelho cedido pelo cineasta Fernando Meireles. Eles foram conduzidos com orientações recebidas do estilista através do ponto de som que cada um tinha atrás da orelha.

Os integrantes do coral também desfilaram com camisetas da Visão do Bem para divulgar o trabalho que a ONG realiza. Após o desfile os integrantes do Coral de cegos Visão do Bem vestiram a beka e fizeram uma apresentação para o público, cantando a música Olhos, do cantor Leandro Lehart e a música É Preciso Saber Viver, de Roberto Carlos.

Para saber mais sobre a ONG Visão do Bem e seu fundador Natanael Joaquim acesse o site www.natanaeljoaquim.com.br ou mande um e-mail: natanaeljoaquim@hotmail.com
Fonte: Redação Sentidos

2 de jun de 2009

Vai Encarar? A nação (quase) invisível de pessoas com deficiência...

Claudia Matarazzo escreveu o livro Vai Encarar? A Nação (quase) Invisível de Pessoas com Deficiência..., com consultoria da vereadora Mara Gabrilli. O Brasil tem mais de 30 milhões de pessoas com deficiência, de acordo com os dados do último censo realizado em nosso País, em 2000, ou seja, 14,5% da população brasileira possui algum tipo de deficiência. Isso quer dizer que uma em cada oito pessoas tem algum tipo de dificuldade crônica. Dessas 30 milhões de pessoas, 48% são deficientes visuais, 27% são deficientes físicos ou com mobilidade reduzida, 16% tem algum tipo de deficiência mental e 8% são deficientes auditivos. Porém, muito pouco se sabe sobre estes públicos. Quem são estas pessoas? Como gostam de ser tratadas? Quais são suas dificuldades e desejos? E, o mais importante: como a comunidade e o Estado devem lidar com elas a ponto de facilitar suas vidas e enriquecer a vida da comunidade pela convivência com a diversidade.

É com esta proposta que chega às livrarias de todo País o livro “Vai Encarar? – A Nação (quase) invisível de pessoas com deficiência”, pela editora Melhoramentos. “As pessoas com deficiência realmente são diferentes em alguns aspectos e, se por um lado estão acostumadas a uma série de dificuldades e conseguem superar contratempos e situações incríveis, há apenas uma coisa que nenhuma delas administra facilmente e do que todas, sem exceção se queixaram: elas preferem os obstáculos físicos e concretos do que a polida barreira da indiferença usada para ‘não invadir’ ou ‘ofender’ - e que acaba revestindo-as com uma dolorosa capa de invisibilidade”, afirma Claudia Matarazzo.

Em “Vai Encarar? – A Nação (quase) invisível de pessoas com deficiência”, a autora se preocupa em abordar temas simples, mas que podem fazer toda a diferença para o cotidiano das pessoas com deficiência. Dicas práticas de como receber um amigo ou um profissional com deficiência em sua casa ou empresa, suaves adaptações do ambiente, as novas tecnologias disponíveis, namoro e vida sexual, entre outras, se mesclam com importantes informações sobre o papel do Estado na inclusão social e dados que revelam o cenário brasileiro frente a essa questão.

Para a consultora do livro Mara Gabrilli “faltava uma publicação assim no mercado, que abordasse a questão da deficiência de maneira sensível e ao mesmo tempo prática, facilitando a aproximação e conseqüentemente a naturalidade ao lidar com essas questões”, explica. O livro traz ainda perfis e histórias de pessoas com deficiência, entre eles Helio e Kenia, um casal de anões que moradores do Campo Belo, Daniel Monteiro, cego e usuário de cão-guia, Gustavo Pimenta, paralisado cerebral, presidente de uma ONG que incentiva a educação, entre outros. Audiolivro – encartado no livro há um audiolivro com narração da própria autora.

Bibliotecas públicas e entidades interessadas em adquiri-lo poderão faze-lo gratuitamente encomendando-o diretamente ao Instituto Vivo que apoia a confercção e distrbiuição desse material.

Sobre a autora: Jornalista, formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, Claudia Matarazzo recebeu o Prêmio Abril de jornalismo. Apresentou programas de rádio e televisão, onde ainda costuma atuar como comentarista, atualmente escreve para a AT Revista da Tribuna de Santos e para a Gazeta Mercantil em São Paulo e é colunista de diversos outros veículos.

Após o sucesso de seus livros sobre moda e comportamento, a paulistana Claudia Matarazzo percorre todo o país ministrando palestras sobre etiqueta social e empresarial.

Sobre a consultora: Mara Gabrilli, 41 anos, é publicitária, psicóloga, foi a 1ª Secretária municipal da Pessoa com Deficiência e vereadora pelo PSDB na Câmara Municipal de São Paulo. Empreendedora social, preside o Instituto Mara Gabrilli, ONG que apóia atletas com deficiência, promove o Desenho Universal e fomenta pesquisas científicas desde 1997. Foi avaliada como a segunda melhor vereadora paulistana, entre os 55 vereadores, por estudo da ONG Voto. Foi a mulher mais votada do Brasil nas Eleições 2008 com 79.912 votos. Gabrilli assina coluna mensal para a revista TPM e comanda o programa de rádio Derrubando Barreiras: acesso para todos na Eldorado AM. Foi eleita Paulistana do Ano (2007) pela revista Veja São Paulo, entre outros títulos recebidos.
Fonte: www.vereadoramaragabrilli.com.br