8 de jun de 2011

Acessibilidade em bibliotecas é tema de Ciclo de Debates na UFC

Com o objetivo de discutir e buscar soluções para o atendimento a cegos, surdos ou cadeirantes em uma biblioteca, a Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui realiza, nesta quinta-feira (09), às 9h30min, debate sobre "Bibliotecas acessíveis: conquistas e desafios".

Ler um livro, fazer pesquisa ou simplesmente conseguir atendimento em uma biblioteca são tarefas simples para a comunidade acadêmica, mas costumam gerar dificuldades para quem é cego, surdo ou cadeirante.

Aberto ao público e destinado, principalmente, a estudantes, professores e funcionários da área de Ciências da Informação, o encontro ocorre no Auditório da Biblioteca de Ciências Humanas (Área 1 do Centro de Humanidades, Benfica).

A proposta é identificar formas de tornar o conhecimento acessível na Universidade, através da digitalização de obras, traduções para o sistema Braile, adaptações físicas em balcões e prateleiras, entre outras ações.

Participam da mesa redonda a bibliotecária Deise Tallarico, da Universidade de Campinas (Unicamp); a bibliotecária da UFC Clemilda Santos, que tem deficiência física; e o estudante de Pedagogia da UFC André Luiz Gomes, que é cego.

O evento faz parte do III Ciclo de Debates UFC Inclui, que até novembro deste ano promove discussões sobre temas referentes à acessibilidade de pessoas com deficiência.

Trata-se de uma iniciativa da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui, setor criado em 2010 para cuidar de políticas de inclusão desse público. A Secretaria funciona no andar térreo da Biblioteca de Ciências Humanas.
Fonte: Portal da UFC

2 comentários:

Isac Carvalho disse...

Acessibilidade é um problema sério! Minha faculdade tem banheiros para cadeirantes, mas não tem rampas o suficientes para eles. Falta de respeito? Falta de Dinheiro? Ou espaço físico?

Gostei do seu blog Renata. Um blog de respeito. u.u

Me segue também?

http://isacvcpro.blogspot.com

Claudiene Mortimer disse...

Um dos fatos agravantes é falta da busca da informação correta. Simplesmente fazem as coisas por fazer sem entender a real necessidade desse público. Isac Carvalho esse é mais um exemplo de que a acessibilidade só valerá a pena se for feita da forma correta, e para isso é primordial que seja pesquisado como fazer antes de sair fazendo. A sua faculdade com certeza não consultou um deficiente físico ou um arquiteto especializado em acessibilidade para oferecer este espaço destinado ao a pessoa com deficiência.